Quando o caminho não é linear - Reflexões sobre escolhas, desvios e o que chamamos de “normal”
Imagem Pinterest Desde 2004 que trabalho de forma independente. Quando olho para trás, percebo que o meu percurso profissional não foi uma linha reta. Foi mais parecido com um mapa de viagens. Um mapa cheio de estradas secundárias, desvios inesperados, alguns becos sem saída… e também paisagens que nunca teria encontrado se tivesse seguido sempre pela estrada principal. Ao longo destes anos houve momentos em que tive a certeza de que tinha finalmente chegado ao lugar certo. O projeto certo. A direção certa. E depois, algum tempo mais tarde, a vida mostrava-me outra coisa. Percebia que aquele caminho, afinal, não era o destino final. Era apenas mais uma etapa. E lá voltava eu a abrir o mapa. Vivemos numa sociedade que valoriza muito a ideia de um percurso claro e linear. Escolher uma profissão. Construir uma carreira. Subir degraus. Mas a experiência real da vida raramente é assim. A vida é feita de mudanças, reavaliações, perdas, descobertas inesperadas. Às vezes ...








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